Inferno, de Dan Brown

01 agosto 2013 |

Livro: Inferno | Autor: Dan Brawn 
Editora: Arqueiro | Páginas: 448

Neste fascinante thriller, Dan Brown retoma a mistura magistral de história, arte, códigos e símbolos que o consagrou em "O Código Da Vinci", "Anjos e Demônios" e "O Símbolo Perdido" e faz de Inferno sua aposta mais alta até o momento. No coração da Itália, Robert Langdon, o professor de Simbologia de Harvard, é arrastado para um mundo angustiante centrado numa das obras literárias mais duradouras e misteriosas da história: O Inferno, de Dante Alighieri. Numa corrida contra o tempo, ele luta contra um adversário assustador e enfrenta um enigma engenhoso que o leva para uma clássica paisagem de arte, passagens secretas e ciência futurística. Tendo como pano de fundo poema de Dante, e mergulha numa caçada frenética para encontrar respostas e decidir em quem confiar, antes que o mundo que conhecemos seja destruído.

Eu não tenho muito a escrever sobre Inferno, de verdade. Porque né, é Dan Brown. Aquele autor que é o meu preferido. Aquele autor que te faz de palhaça o livro todo, mas no final você nem se importa tanto porque tá surpresa demais com tudo.

A coisa acontece mais ou menos assim: nas primeiras páginas você tá confusa, porque ainda não pegou o espírito da coisa, ainda não entendeu por que fulano quer matar ciclano. Aí depois você consegue acompanhar os acontecimentos e fica #tensa mas serelepe, achando que sabe de alguma coisa. E então, nas 100 últimas páginas rola aquela reviravolta, e você descobre que nada era o que parecia, e eu me peguei várias vezes dizendo coisas como "caramba, mas o traidor não era ele!" ou "mas o culpado era ele, não ela!". Perdi a conta de quantas vezes eu quis fazer isso:


Só que não era viável fazer isso com o meu Kobo, então tive que ficar na minha.

" - Não temos acesso a jatinhos particulares para autores de livros sobre história religiosa. Se quiser escrever Cinquenta Tons de iconografia, aí podemos conversar. "

Outra coisa que eu tenho que citar é que o livro poderia facilmente se chamar 24 Horas. O Langdon viaja meio mundo (juro, são uns 5 países diferentes) e as horas não passam! O grande dia onde tudo vai acontecer continua sendo "amanhã".

A verdade é que não achei melhor que Símbolo Perdido mas, ainda assim, é Dan Brown. E ser surpreendida nos últimos capítulos com uma reviravolta genial faz valer a pena.


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