Beijada Por Um Anjo #2 - A Força do Amor

19 janeiro 2011 |
Esta resenha contém spoilers para quem não leu Beijada Por Um Anjo #1!

Autor: Elizabeth Chandler | Editora: Novo Conceito | Páginas: 256
Quatro semanas se passaram desde o acidente em que Ivy Lyons perdeu Tristan, o grande amor de sua vida, e deixou de acreditar nos anjos. Ainda sem saber lidar com os seus poderes angelicais, Tristan Carruthers conta com a ajuda de Lacey - um anjo mais experiente - para aprender a tocar nas pessoas, canalizar energia e voltar ao passado. Assim, os dois partem na busca por respostas para o acidente, por uma maneira de Ivy sentir Tristan e, principalmente, de mostrá-la que o acidente foi, na verdade, um assassinato. Todo esforço de Ivy para superar a perda de Tristan é interrompido por pesadelos que a fazem reviver o dia do acidente. O temor de Ivy é acalantado nos braços de Gregory, seu irmão adotivo. Angustiado pelos contínuos pesadelos da amada, Tristan decide que é a hora de fazer contato e segue seu objetivo com a ajuda de Lacey. Mas como aproximar-se de Ivy se ela não mais acreditava em anjos e ele havia se tornado um?

Eu já disse na resenha de Beijada Por Um Anjo #1 que a história de amor é linda, que me apaixonei pelo Tristan e queria ele pra mim de preferência vivo. O amor de Tristan é puro e verdadeiro, e isso me conquistou desde o início. Mas é só, Tristan e Lacey são os personagens que salvam os livros e eles estão mortos! Não que a história seja ruim, é uma leitura fácil, simples e que te deixa curiosa, mas é repetitiva e previsível. Outra coisa: a Ivy tem o mesmo pesadelo TODAS as noites, e a autora nos faz acompanhar o pesadelo TODAS as vezes que ele acontece.

A formatação continua péssima, e permanece assim pelo que já li de Almas Gêmeas. Falta espaçamento e pontuação, e algumas partes são super confusas. A Ivy não apresenta melhora alguma, pelo contrário, ela se torna mais chata e irritante a cada página. Eu li páginas e páginas apenas esperando a próxima aparição da Lacey, ela é a melhor personagem do livro! Eu continuo detestando Eric e Gregory. Principalmente no final, e que final... Não que fosse imprevisível, mas como a coisa aconteceu me surpreendeu de verdade. Ah, e uma coisa que eu nem tinha percebido e só descobri lendo uma resenha no Skoob, é que a Chandler gosta tanto do seu nome pseudônimo (a Juh Oliveto me lembrou que não é o nome verdadeiro dela) que batizou duas personagens com ele. A primeira é a Beth, amiga da Ivy, e a segunda é Betty, dona da loja onde a Ivy trabalha. Meio estranho.

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