Beijada por um Anjo #1, de Elizabeth Chandler

07 dezembro 2010 |

O nadador Tristan era o rapaz mais popular da escola e habitava o imaginário de todas as meninas da cidade. Na verdade quase todas, menos Ivy Lyons. Ivy só queria a companhia dos anjos. Seu preferido, desde menina, era Tony, o anjo da água, desde que o chamou pela primeira vez ao cair em uma piscina, sem saber nadar. A água, que era o temor de Ivy e a paixão de Tristan, seria a responsável pela aproximação de suas vidas e os envolveria em uma linda história de amor, companheirismo e confiança. A paixão envolvente, o companheiro ideal e a crença nos anjos são interrompidos no dia em que Tristan sofre um acidente. Uma linda história de amor interrompida cedo demais.


Ivy tem medo de água desde a infância e acredita em anjos. Tristan é nadador e o sonho de todas as meninas da escola – menos de Ivy, por quem é apaixonado. Um incidente na piscina da escola aproxima os dois e Tristan começa a dar aulas de natação para Ivy. Durante as aulas duas coisas acontecem: Ivy perde seu medo de água e se apaixonada por Tristan. Mas a felicidade nunca vem sozinha. Em um suposto acidente de carro, Tristan morre. Mas tendo ainda uma missão a cumprir na Terra, Tristan se torna um anjo e vai até Ivy na esperança de poder se comunicar com ela. Porém, a morte de Tristan fez com que ela perdesse sua fé em anjos. Mas Ivy pode estar correndo perigo, e Tristan fará de tudo para proteger o amor da sua vida.

É necessário falar que eu me apaixonei pelo Tristan? Até já falei isso no Essa Semana. Ele é tão fofo e romântico. Achei linda a história de amor dos dois e chorei litros quase o livro todo – mas isso não é novidade, sou uma chorona.

A Ivy me irritou um pouco durante o livro. Ela é tão inocente, tão boazinha, tão altruísta – não que isso seja ruim, mas é, no contexto. Agarrei um ódio forte pelo Gregory – irmão emprestado da Ivy. Pra mim ele é vilão e ponto, não consegui achar nada de bom nele que pudesse me convencer do contrário.

O que eu não gostei muito foi da repetição - três vezes - da cena do acidente, mas ela é necessária pra que se entenda o que aconteceu, então é bobagem minha reclamar. O único ponto negativo do livro é a diagramação. Em alguns diálogos eu fiquei super confusa, sem saber quem disse o que. Falta algumas vírgulas, pontos finais e travessões, e também achei um ou dois erros de digitação.

Não resisti e acabei lendo o primeiro capítulo de A Força do Amor, que vem no final. Eu não deveria ter feito isso, agora vou ficar louca até ler a trilogia. Alguém quer me dar de Natal ou aniversário?
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