Cidade dos Ossos, de Cassandra Clare

30 dezembro 2010 |
Um mundo oculto está prestes a ser revelado... Quando Clary decide ir a Nova York se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato - muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer... Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.

Uma boate. Três jovens tatuados. E a vida de Clary nunca mais será a mesma. Cassandra Clare realmente sabe como te manter interessada do início ao fim. Eu super simpatizei com a Clary, que não é daquelas personagens principais bobas e inocentes. Ela é corajosa e tem personalidade, além de um ótimo senso de humor. Humor que também está presente em Jace, com seu jeito sarcástico, protetor, corajoso, encantador... Deu pra perceber que me apaixonei né? Jace nem precisa fazer esforço pra ser apaixonante. Falando nisso – e não dá pra falar nisso sem ter um pouquinho de spoiler -, a química entre Jace e Clary é incrível. Por essas e outras, não me conformei com o final. Juro, eu chorei, porque simplesmente não consigo acreditar. Como disse a Juh Oliveto na resenha dela, “mal posso esperar para ler o restante da série e descobrir que, no fundo, Cassandra só estava sendo malvada e enganando todo mundo.” Torço muito pra que seja como a Juh disse. Sobre o Valentim, não pude deixar de notar o Voldemort feelings em algumas partes... muitas na verdade. O final não é totalmente imprevisível, se você ligar os pontos acaba adivinhando muita coisa, mas algumas coisas realmente são surpreendentes. Agora, é esperar até o lançamento de Cidade das Cinzas.

" – O que são essas coisas? – perguntou Clary.
- Frascos de água-benta, facas benzidas, lâminas de aço e prata – disse Jace, empilhando as armas no chão ao lado dele -, fio electrum, que não vai ter grande utilidade agora, mas é sempre bom ter balas de prata, amuletos de proteção, crucifixos, estrelas de Davi...
- Jesus – disse Clary.
- Duvido que ele fosse caber aqui. "
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