Sorte ou Azar?, de Meg Cabot

25 novembro 2010 |
A falta de sorte parece perseguir Jean Honeychurch onde quer que ela vá - e por isso ela está tão animada com a mudança para a casa dos tios, em Nova York. Talvez, do outro lado do país, Jinx consiga finalmente se livrar da má sorte. Ou, pelo menos, escape da confusão que provocou em sua pequena cidade natal. Mas logo ela percebe que não é apenas da má sorte que está fugindo. É de algo muito mais sinistro... Será que sua falta de sorte é, na verdade, um dom, e a profecia sob a qual ela viveu desde o dia que nasceu é a única coisa que poderá salvá-la? 

Jean Honeychurch é uma garota como qualquer outra, se você não contar a má sorte e o mistério que a cerca. Como a própria Jinx fala no livro, se não fosse a má sorte, ela não teria sorte nenhuma. O que pode acontecer quando Jinx descobre a verdade por trás de seu azar? Só lendo pra saber.

Eu tive sentimentos contraditórios lendo Sorte ou Azar: eu amei e odiei. Não posso falar muito sobre a parte do ódio porque entregaria muita coisa do final, só vou dizer que envolve Torrance – prima de Jinx. Bem, Jean é muito inocente, Tory é muito cruel, e vamos parar por aí.

E sobre o amor, bem, eu me apaixonei completamente por Zach Rosen. Ele é o personagem não-vampiro mais fofo que eu já li :)

Demorou um pouco para me empolgar com o livro - mas não é culpa dele, eu ando assim ultimamente – mas por fim eu adorava a Jean e estava muito curiosa sobre o que aconteceu com ela em Iowa, o porque dela ter fugido pra Nova York. Bem, eu pensei em tantos possíveis motivos que acabei adivinhando o verdadeiro ainda no começo do livro.

O final não é completamente imprevisível mas, como diz a Jean, é só a sorte dela.


“ De jeito nenhum eu iria descer. Não estando sem maquiagem, com meu cabelo parecendo todo selvagem e encaracolado do vapor do jeito que estava. Não com meu pijama de borboleta. Isso não era jeito de se parecer durante um término. Não que estivéssemos terminando, porque nós nunca saímos. De qualquer jeito, ele poderia terminar ou o que seja comigo - amanhã, quando eu estivesse usando gloss. ”
“ Não creio que eu teria falado, mesmo se quisesse (...) porque Zach havia corrido para me resgatar sem se lembrar de vestir uma camisa. Talvez Tory tivesse me matado, e eu havia morrido e ido para o céu. ”
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